Lanús mata jogo na prorrogação, deixa Flamengo no 'quase' e é campeão da Recopa
O Flamengo iniciou a partida mostrando o ímpeto necessário para ir atrás da remontada. Tanto isso é verdade que, em duas oportunidades
A Recopa Sul-Americana de 2026 tem um dono. E, para a surpresa de muitos, o favoritismo do Flamengo não prevaleceu. O Lanús, da Argentina, é quem ficou com a taça. Na chuvosa noite desta quinta-feira (26), o clube hermano ganhou por 3 a 2 (somando tempo normal e prorrogação) e comemorou. Aliás, uma conquista justa pelo que foi a soma dos dois embates.
Fla falha e vê rival aumentar vantagem, mas vai atrás do empate
O Flamengo iniciou a partida mostrando o ímpeto necessário para ir atrás da remontada. Tanto isso é verdade que, em duas oportunidades, Carrascal ficou frente a frente com Losada e, em ambas, parou no goleiro. Mas se engana quem acha que o time não criou mais. Pelo contrário. Em grande jogada individual, Plata arrancou do campo de defesa e deixou toda a defesa argentina para trás - só pecou na conclusão.
Foi aí que veio o grande balde de água fria. Aos 28 minutos, Rossi entregou a bola para Ayrton Lucas, que tentou devolver. Só que o passe saiu fraco, o colega escorregou e abriu espaço para Castillo, carrasco rubro-negro do jogo de ida, dar uma meia-lua no goleiro e, de muito longe, acertar a meta e abrir o placar.
Claro, a partir daí, a torcida perdeu a paciência com os dois 'protagonistas' do lance e passou a vaiá-los. Ao mesmo tempo, o apoio a cada ataque também surgia. Pois a reação veio dentro das quatro linhas e, aos 36 minutos, Arrascaeta cobrou pênalti com perfeição, após Carrera interceptar cruzamento de Varela com o braço, e deixou tudo igual.
Segundo pênalti dá sobrevida ao Flamengo na etapa final
A expectativa da torcida por mudanças para o início da segunda etapa não se confirmou. Só que o futebol de pouca construção forçou o técnico Filipe Luis, rapidamente, a ir trocando nomes. Em um curto espaço de tempo, Cebolinha, Pedro, Jorginho, Lucas Paquetá e Bruno Henrique foram a campo. Porém, com o Lanús bem posicionado e com linhas bem compactadas, pouca coisa acontecia.
É bem verdade que o domínio territorial seguiu com o Rubro-Negro. Mas, ao abusar de levantamentos para a área e sem conseguir furar o bloqueio do rival, aos poucos o Flamengo parecia se entregar. Ficou nítida a falta de repertório para a equipe tentar algo diferente com bola rolando - o ápice se deu com um arremate de Paquetá que parou em Losada. Sorte é que Guidara e Sepúlveda resolveram prensar Arrasca na entrada da área e um novo pênalti foi marcado. Dessa vez, foi Jorginho quem cobrou, aos 39 minutos, para virar o placar e levar o embate para a prorrogação.
Lanús decide batalha na prorrogação
Ao longo da prorrogação, não faltou correria, raça e ímpeto mesmo com as duas equipes exaustas. E quando tudo indicava que a batalha iria para os pênaltis, o Lanús garantiu a conquista. Aos 12 minutos do segundo tempo, após cobrança de escanteio, Canale se livrou da marcação de Paquetá e cabeceou com perfeição, no canto de Rossi,
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