Se não ilude, ao menos goleada histórica do Vasco abre novas perspectivas para o ano
Flamengo se impôs, e Fluminense fez o seu papel. Apenas o Botafogo ficou devendo

Uma vitória com muitas camadas e repleta de sinais. O histórico 6 a 0 sobre o Santos, no Morumbis, tirou o Vasco do incômodo Z4, aproximou o time dos adversários da faixa intermediária da tabela e mostrou a Fernando Diniz um modelo de jogo que não depende das bolas altas para cabeçadas de Vegetti. A goleada não deveria iludir os vascaínos, mas a forma como foi construída, num sistema alternativo e com uma atuação maravilhosa de Phillipe Coutinho, abre novas perspectivas.
INTERNACIONAL 1 x 3 FLAMENGO Os dois gols de Pedro em 12 minutos condicionaram o confronto entre um time bem estruturado e que defendia a liderança e outro levado a campo de forma aleatória, só para cumprir tabela visando ao playoff de quarta, pela Libertadores. O Flamengo se impôs com extrema facilidade, jogou no ritmo que quis e foi rodando suas peças — até De La Cruz reapareceu.
BOTAFOGO 0 x 1 PALMEIRAS Nos últimos 14 dias, os dois times fizeram cinco jogos — um a cada 2,8 dias. Natural, portanto, que o confronto entre dois dos quatro mais competitivos times do Brasil não fosse dos mais bem jogados. Apesar da entrega dos alvinegros, foi clara a preocupação dos técnicos Davide Ancelotti e Abel Ferreira com jogo de volta das oitavas da Libertadores. O confronto foi decidido no detalhe com o time paulista levando a melhor.
FLUMINENSE 2 x 1 FORTALEZA Um mês depois da última partida de John Árias com a camisa tricolor, com revezes para Fla, Palmeiras e São Paulo, pode-se dizer que o pior já ficou para trás. Renato Gaúcho ainda não tem um time regular, mas já conseguiu a competitividade que faltou nos quatro primeiros jogos do pós-Mundial. No embate de sábado, não fez um bom segundo tempo e quase cedeu o empate para o rival.
SANTOS 0 x 6 VASCO Impossível não creditar o placar à atuação e difícil não creditar a goleada à formação do time. E, é claro, isso trata da ausência de Vegetti. Por mais paradoxal que seja, a falta do homem de referência na área dificultou o encaixe da marcação do Santos. Jogando como falso pivô, aparecendo para as tabelas, Coutinho arejou o ataque e gerou intensidade ofensiva. Houve mais associação entre meio e ataque e, combinado à apatia adversária, fez-se o resultado.
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