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Pedro e Endrick ganham força na seleção, enquanto lesões ligam alerta para Ancelotti

Endrick lidera o momento positivo. O jovem atacante mantém boas atuações pelo Lyon e se consolida como uma das principais alternativas ofensivas.

Por MSN Publicado em 28/04/2026 07:47
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Nomes em alta e possíveis cortes em série aumentam dúvidas para treinador italiano, a semanas da convocação para a Copa do Mundo

A menos de um mês da convocação final para a Copa do Mundo, a seleção brasileira vive um cenário de alerta no departamento médico, com riscos reais de perder peças importantes para o torneio.

Jogadores como Alisson Becker, Éder Militão e Estêvão ainda não têm presença garantida, aumentando a dor de cabeça de Carlo Ancelotti às vésperas da definição da lista.

Fora de ação há mais de um mês, Alisson ganhou a companhia de Militão e Estêvão no grupo de dúvidas. O trio aguarda avaliações mais detalhadas para saber se terá condições de disputar o Mundial.

Internamente, o clima é de cautela, com certo pessimismo diante das incertezas físicas. Ao mesmo tempo, o avanço da temporada traz alternativas que podem mudar o cenário.

Nomes como Endrick, Pedro e Danilo surgem em alta e ganham força na reta final da disputa por vagas.

Nomes crescendo em reta final

Endrick lidera o momento positivo. O jovem atacante mantém boas atuações pelo Lyon e se consolida como uma das principais alternativas ofensivas.

Com a possível ausência de Estêvão, a tendência é que a vaga fique com outro nome da nova geração, e Endrick desponta como favorito.

Quem também cresceu foi Danilo, destaque do Botafogo na temporada. De opção para amistosos recentes a nome praticamente consolidado, o jogador ganhou a confiança de Ancelotti e aguarda a convocação do dia 18 de maio.

Ainda há espaço para surpresas. É o caso de Pedro, do Flamengo, que vive bom momento e tenta cavar espaço na lista final.

Mesmo fora das últimas convocações, o atacante mostra regularidade, boa forma física e entra na briga direta com nomes como Igor Thiago e o próprio Endrick. Mantendo o nível, pode embolar a disputa nas semanas decisivas.

Dor de cabeça para Ancelotti

No gol, a possível ausência de Alisson abre caminho para Ederson, que surge como principal candidato à titularidade.

Apesar disso, o goleiro ainda não transmite total segurança, nem com a camisa da seleção brasileira, nem em seu momento no Fenerbahçe, o que mantém a posição em aberto.

Já Militão era visto por Ancelotti como peça-chave, inclusive com possibilidade de atuar pela lateral direita. No entanto, o cenário físico mudou completamente.

Após três meses afastado, o zagueiro voltou aos gramados, mas sofreu nova lesão muscular, desta vez no bíceps femoral da perna esquerda. Com indicação de cirurgia, a presença na Copa se torna praticamente inviável.

O caso mais delicado é o de Estêvão. Principal promessa ofensiva da seleção, o jogador do Chelsea sofreu uma lesão grave na coxa direita, com cerca de 80% de comprometimento muscular.

Apesar da tentativa de tratamento conservador, o cenário atual aponta para uma chance muito pequena de recuperação a tempo do Mundial, o que o coloca, neste momento, como o principal desfalque da Amarelinha.