Pedro e Endrick ganham força na seleção, enquanto lesões ligam alerta para Ancelotti
Endrick lidera o momento positivo. O jovem atacante mantém boas atuações pelo Lyon e se consolida como uma das principais alternativas ofensivas.
Nomes em alta e possíveis cortes em série aumentam dúvidas para treinador italiano, a semanas da convocação para a Copa do Mundo
A menos de um mês da convocação final para a Copa do Mundo, a seleção brasileira vive um cenário de alerta no departamento médico, com riscos reais de perder peças importantes para o torneio.
Jogadores como Alisson Becker, Éder Militão e Estêvão ainda não têm presença garantida, aumentando a dor de cabeça de Carlo Ancelotti às vésperas da definição da lista.
Fora de ação há mais de um mês, Alisson ganhou a companhia de Militão e Estêvão no grupo de dúvidas. O trio aguarda avaliações mais detalhadas para saber se terá condições de disputar o Mundial.
Internamente, o clima é de cautela, com certo pessimismo diante das incertezas físicas. Ao mesmo tempo, o avanço da temporada traz alternativas que podem mudar o cenário.
Nomes como Endrick, Pedro e Danilo surgem em alta e ganham força na reta final da disputa por vagas.
Nomes crescendo em reta final
Endrick lidera o momento positivo. O jovem atacante mantém boas atuações pelo Lyon e se consolida como uma das principais alternativas ofensivas.
Com a possível ausência de Estêvão, a tendência é que a vaga fique com outro nome da nova geração, e Endrick desponta como favorito.
Quem também cresceu foi Danilo, destaque do Botafogo na temporada. De opção para amistosos recentes a nome praticamente consolidado, o jogador ganhou a confiança de Ancelotti e aguarda a convocação do dia 18 de maio.
Ainda há espaço para surpresas. É o caso de Pedro, do Flamengo, que vive bom momento e tenta cavar espaço na lista final.
Mesmo fora das últimas convocações, o atacante mostra regularidade, boa forma física e entra na briga direta com nomes como Igor Thiago e o próprio Endrick. Mantendo o nível, pode embolar a disputa nas semanas decisivas.
Dor de cabeça para Ancelotti
No gol, a possível ausência de Alisson abre caminho para Ederson, que surge como principal candidato à titularidade.
Apesar disso, o goleiro ainda não transmite total segurança, nem com a camisa da seleção brasileira, nem em seu momento no Fenerbahçe, o que mantém a posição em aberto.
Já Militão era visto por Ancelotti como peça-chave, inclusive com possibilidade de atuar pela lateral direita. No entanto, o cenário físico mudou completamente.
Após três meses afastado, o zagueiro voltou aos gramados, mas sofreu nova lesão muscular, desta vez no bíceps femoral da perna esquerda. Com indicação de cirurgia, a presença na Copa se torna praticamente inviável.
O caso mais delicado é o de Estêvão. Principal promessa ofensiva da seleção, o jogador do Chelsea sofreu uma lesão grave na coxa direita, com cerca de 80% de comprometimento muscular.
Apesar da tentativa de tratamento conservador, o cenário atual aponta para uma chance muito pequena de recuperação a tempo do Mundial, o que o coloca, neste momento, como o principal desfalque da Amarelinha.
Mais lidas
- 1 Após exonerar a esposa, prefeito Samuel Carvalho busca novo nome para Educação de Socorro em meio a críticas à gestão de Adriana Carvalho
- 2 BBB 26: Globo toma decisão sobre cachê de Henri Castelli após saída por motivo de saúde
- 3 Agrese aplica novas penalidades à Iguá Sergipe por falhas no abastecimento de água
- 4 Traficantes do CV que tiveram transferências para presídios federais autorizadas fazem parte de 'comissão' da facção
- 5 André na liderança