Legado de Marcelo Déda é exaltado por políticos sergipanos 12 anos após sua morte
Natural de Simão Dias e formado em Direito pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Marcelo Déda exerceu mandatos como deputado estadual, deputado federal e prefeito de Aracaju antes de chegar ao governo do estado
Nesta terça-feira, 2, Sergipe relembra os 12 anos da morte do ex-governador Marcelo Déda (PT), um dos nomes mais influentes da política estadual. Déda morreu às 4h45 do dia 2 de dezembro de 2013, aos 53 anos, vítima de um câncer gastrointestinal. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde 27 de maio daquele ano, após apresentar dificuldades para se alimentar. Nos dias que antecederam sua morte, o quadro clínico se agravou e o hospital informou “piora progressiva”.
Natural de Simão Dias e formado em Direito pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Marcelo Déda exerceu mandatos como deputado estadual, deputado federal e prefeito de Aracaju antes de chegar ao governo do estado, onde cumpria o segundo mandato.
Em outubro de 2012, Déda anunciou publicamente a descoberta de um câncer no estômago e, desde então, passou por um tratamento intenso em São Paulo, o que resultou em sucessivos afastamentos do cargo. Em maio de 2013, afastou-se pela última vez para intensificar os cuidados médicos. Com sua morte, o então vice-governador Jackson Barreto (PMDB) assumiu o comando do Executivo estadual. Déda deixou cinco filhos e a esposa, a repórter-fotográfica Eliane Aquino.
Homenagens nas redes sociais
Parlamentares e autoridades sergipanas publicaram mensagens destacando a trajetória e o legado do ex-governador:
Edvaldo Nogueira, ex-prefeito de AracajuDisse que a amizade entre os dois foi “uma amizade sólida, feita de parceria e propósito”.
Eliane Aquino, viúva de Marcelo DédaCompartilhou uma publicação colaborativa no Instagram com a frase: “Quem não tem princípio na política, quebra a cara no primeiro poste porque não sabe para onde vai.”
Fábio Mitidieri, governador de SergipeClassificou Déda como “um líder que transformou a política sergipana e plantou bases sólidas para o desenvolvimento do nosso estado”.
Valadares Filho, secretário de Cultura de SergipeDestacou que “sua liderança, sua visão e seu compromisso com o povo deixaram marcas que o tempo não apaga”.
Márcio Macedo, ex-ministro da Secretaria-Geral da PresidênciaAfirmou que Déda era “um líder que, ao mesmo tempo em que era ouvido pelas massas, dava voz à nossa gente”.
Zezinho Sobral, vice-governador e secretário de EducaçãoDisse que foi uma honra trabalhar com Déda e que aprendeu com sua coragem, capacidade técnica e amor por Sergipe.
Rogério Carvalho, senadorRessaltou que Déda foi “um líder que governou com coragem, sensibilidade social e profundo compromisso com o povo”.
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